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Policiais emocionam com presente para menina com câncer raro que corre risco de amputar perna: 'Heroína'

Policiais militares emocionam com presente para menina com câncer raro Policiais militares do Batalhão Tático Operacional Rodoviário (TOR) realizaram uma vi...

Policiais emocionam com presente para menina com câncer raro que corre risco de amputar perna: 'Heroína'
Policiais emocionam com presente para menina com câncer raro que corre risco de amputar perna: 'Heroína' (Foto: Reprodução)

Policiais militares emocionam com presente para menina com câncer raro Policiais militares do Batalhão Tático Operacional Rodoviário (TOR) realizaram uma visita especial a uma criança. Eles foram conhecer Marielle Lima Viana, de 9 anos, em Aruanã, no noroeste de Goiás, onde a família mora e mantém uma oficina mecânica. A menina enfrenta um câncer raro e corre o risco de ter a perna amputada. Em vídeo, ela aparece recebendo um presente do tenente Pitta, que coordena a equipe em Goiânia (veja o vídeo acima). O tenente destacou que a corporação se mobilizou para apoiar a família e conhecer de perto a rotina de menina. Durante a visita, o militar reforçou a coragem da garota diante do tratamento. "Marielle, para algumas pessoas, o herói usa capa; para outras, usa farda. Para mim, hoje, a minha heroína é você, que todo dia está com um lindo sorriso. Não se esqueça de que você é forte e de que nós estamos aqui ao seu lado para te proteger e ajudar", disse o tenente ao presentear a menina. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ao g1, Liliana Alves de Moura, madrasta de Marielle, contou que a batalha da menina começou no início deste ano, quando o joelho começou a inchar e ela passou a sentir fortes dores. Liliana disse que, após exames de imagem e consultas ortopédicas, Marielle foi imediatamente encaminhada ao Hospital Araújo Jorge, em Goiânia, referência em oncologia, onde iniciou as sessões de quimioterapia. Policiais militares de Goiás visitaram Marielle Lima Viana, de 9 anos Reprodução/Redes sociais da Polícia Militar De acordo com Liliana, com a evolução do quadro e a proximidade do momento cirúrgico, a equipe médica da rede pública apontou que a saída seria a amputação total da perna. Depois, ela e o pai de Marielle, João Geovani Viana Pinheiro, decidiram buscar uma alternativa para preservar a perna da menina, em São Paulo. Na capital paulista, o médico indicou a possibilidade de realizar um procedimento para substituir a parte óssea afetada por uma endoprótese (prótese interna), com o objetivo de evitar a amputação. Segundo Liliana, o tumor compromete cerca de 12 centímetros do osso acima do joelho, e a cirurgia exige uma margem de segurança adicional de 4 centímetros. O procedimento tornou-se uma corrida contra o tempo devido à proximidade do tumor com uma artéria vital da perna. Segundo a família, a distância é de aproximadamente meio centímetro. Caso o tumor atinja o vaso sanguíneo, a possibilidade de implantação da prótese pode ser descartada. LEIA TAMBÉM: Criança se desespera e sofre queimaduras após garçonete ser atingida por bola e deixar cair feijão quente na menina; vídeo Policiais salvam bebê engasgado enquanto prendiam condenado por assassinato em Goiás; vídeo Policiais quebram vidro para salvar bebê que estava trancada sozinha dentro de carro em Trindade; vídeo A cirurgia estava prevista inicialmente para o dia 10 de outubro, mas precisou ser adiada porque a prótese ainda não estava pronta e o valor total não havia sido alcançado. Para conter o avanço do tumor nesse intervalo, Marielle passou por mais um ciclo de quimioterapia em Goiás. "Ganhamos um prazo maior porque ela fez a quimioterapia. A cirurgia deve ocorrer no início do próximo mês em São Paulo, assim que a imunidade dela estiver restabelecida", explicou a madrasta. O custo estimado para o procedimento cirúrgico e a prótese ficou em R$ 173,5 mil. Apesar de ter conseguido arrecadar o valor para a cirurgia, a família ainda enfrenta dificuldades financeiras para viabilizar os 30 dias em que precisará permanecer em São Paulo durante o pós-operatório. "Não é só a cirurgia em si. Nós vamos ter que ficar 30 dias em São Paulo com o nosso comércio fechado aqui em Aruanã. O meu esposo está com hérnia e não pode fazer esforço. Temos despesas com hospedagem, que é muito cara por lá, alimentação, combustível para o deslocamento no nosso carro e medicações pós-operatórias", explicou Liliana. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás